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  • Dra. Cláudia Klein

Função Masculina, Disfunção Sexual, Hormônios e Sistema Cardiovascular

Nos próximos textos, vou apresentar alguns dos temas discutidos no 8° Congresso Internacional de Ciências da Longevidade, que reuniu quase 3 mil médicos em novembro!


A abertura do terceiro dia do Congresso foi realizada com a palestra "Função Masculina, Disfunção Sexual, Hormônios e Sistema Cardiovascular", ministrada pelo Prof. Dr. Ron Rothenberg, que veio dos Estados Unidos para compartilhar conhecimento sobre o tema.



O Dr. Rothenberg falou sobre o tema sob aspectos da neurobiologia, abordando disfunção erétil, libido, orgasmo, hormônios e inibidores. Além disso, listou tratamentos para cada condição.


Sobre a função sexual masculina, Rothenberg explicou que o orgasmo promove a liberação de dopamina e serotonina. Para melhorar a produção de dopamina, segundo o Dr., a alimentação deve ser saudável, incluindo alimentos como couve e beterraba. Quando a produção desse hormônio está equilibrada, ocorrem melhorias na pressão, função erétil, entre outros.


Rothenberg também apresentou sobre como os hormônios auxiliam nas emoções e atividade sexual:


- Serotonina: pode causar inibição da libido e atividade orgástica do homem;


- Ocitocina: influencia na memória, aprendizado, aumenta o relacionamento social e, na prática sexual, aumenta o orgasmo. A administração pode ser por spray nasal ou sublingual;


- Dopamina: aumenta orgasmo e libido e está ligada à emoção, motivação;


- Testosterona: promove a liberação de dopamina e aumenta a resposta à estimulação sexual. O tratamento com testosterona auxilia na satisfação sexual, redução da probabilidade de câncer, função cognitiva, cardiovascular, disfunção erétil, aumenta libido, entre outros efeitos. E, quando o nível é baixo, pode causar disfunção erétil e diabetes.


O Dr listou outros tratamentos para casos de disfunção sexual, como ondas de choque de baixa intensidade, que ajudam a regenerar o corpo cavernoso e aumentar o músculo liso; células tronco injetadas no corpo cavernoso; dispositivos mecânicos e bombas mecânicas aplicadas no pênis e injetáveis no corpo cavernoso. Ele acrescentou, ainda, que o paciente deve passar por uma rigorosa avaliação clínica, pois as alterações hormonais podem ter diferentes efeitos colaterais, como por exemplo diabetes e acidentes cardiovasculares.


Com inibidores de PDE5 (enzima fosfodiesterase tipo 5), por exemplo, a dose administrada depende dos efeitos colaterais que o paciente sofrerá, entre eles, cefaleia, pequenas alterações visuais, entre outros. Além disso, há um efeito de proteção cardíaca e o uso pode ajudar a regenerar o corpo cavernoso e melhorar o nível de testosterona.


É muito importante cuidar da alimentação, ter consultas ao médico frequentemente e ficar atento à saúde sexual e aos níveis hormonais!

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