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  • Dra. Cláudia Klein

O que é Medicina Integrativa?

No final da década de 1990, surgia um novo termo na área da saúde: Medicina Integrativa. Hoje, é cada vez mais comum ser um adepto desse tipo de prática nos consultórios médicos e nos hospitais, pois é um modelo que abrange todas as áreas de um indivíduo - corpo, mente e espírito. A Medicina Integrativa cuida do paciente como um todo e considera todos os aspectos importantes durante um diagnóstico. Ou seja: mesmo que os problemas emocionais ou psicológicos não sejam a causa de uma determinada doença, a MI (Medicina Integrativa) não os descarta, mas os envolve durante o processo de tratamento. Este modelo de saúde utiliza em seus tratamentos os métodos alternativos e os medicamentos tradicionais já conhecidos na medicina tradicional. As massagens, aromaterapia, acupuntura, entre outros, são utilizados para ajudar o paciente durante o processo de cura e envolvê-lo em seu tratamento, de modo que ele seja responsável pela sua autocura. Um bom exemplo são os pacientes com problemas intestinais: segundo a Medicina Integrativa, a prática de yoga somada a uma alimentação saudável pode contribuir para a melhora da doença. A Medicina Integrativa considera a alimentação um fator determinante para causas e melhorias das doenças. Como dito anteriormente, uma boa ou má alimentação influencia no processo de cura de um indivíduo. Optar pela Medicina Integrativa é fazer uma escolha mais assertiva pois, segundo uma pesquisa baseada nos dados da Medline, utilizar vários métodos para tratar uma doença propõe ao paciente resultados mais positivos. Ela pode ser usada por diversos profissionais da área da saúde - nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, entre outros. Conforme o exposto, a MI traz diversos benefícios aos profissionais de medicina e aos pacientes também, pois é menos invasiva, humaniza o atendimento, analisa todos os resultados, e se baseia em evidências.


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